quinta-feira, 19 de julho de 2007

Tudo parecia tao romanticamente arquitectado. As torres que se erguiam completamente retalhadas, como se cada curva tivesse um proposito. O ceu estava tao azul e ai (nao sei porque) me pareceu inatingivelmente alto. Nesse momento apercebi.me que o ceu era inatingivel. Foi um dos momentos em que me apercebi que, mais que o ceu, quando alguem nao nos ve, tambem se torna inatingivel. Foi um dos momentos em que me apercebi da geraçao que tinha á minha volta e tentei ver tudo com outro olhos. Com os olhos deles. Nesse instante tudo de pintou em tons de inocencia (ainda maior que a minha) e aí vi o que ainda nao tinha reparado, apercebebi.me da ausencia de todos os tons escuros e senti.me plenamente pertencente aquele ambiente desenhado para acolher o meu coraçao o cuidar dele como numa sessao de terapia e restaora.lo para poder ser usado na sua plenitude. Porque " love denied blinds the soul we owe to God".



Oxford.





4 rascunhos alheios:

Chu-Chi disse...

as lembranças são para sempre. por muito que sejamos velhinhos e nao consigamos contar elas perduram dentro de nos tal como aconteceram =)*

EEssa viagem fantastica feste o maior bem q alguem e algo te poderiam fazer =)


amo-te

Joanne disse...

Paz de espirito founded.
Em Londres, estou a ver :b

e amanh vou qerer saber DE TUDO o que nao sei nas entrelinhas dos teus bonitos textos meu bem.

e a nossa sushi babe tem razao, as recordaçoes ficam-nos sempre, sempre*

Aquele beijooooo qiqinhas!
AMO-TEEEEE!!

Xaninha disse...

Tenho mesmo saudades de tudo o que passamos , nesse país de sonhos e encantamentos !
Tenho saudades de ti e do teu sorriso . :D


Adoro-te*

Anónimo disse...

peço que te dirijas a um tema deste blog "Chega de Coraçoes" e que respondas a certos comentários desse tema!pode ser?
Obrigada...

 

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